Consertando o cachimbo do meu amigo
Javier chegou em casa com sua maleta de ferramentas, preparado para o que ele pensava ser um simples conserto de cano. Ao tocar a campainha, o som de passos suaves se aproximou e, quando a porta se abriu, ele ficou chocado. À sua frente estava Ana, uma amiga de infância que ele não via há anos.
Os dois se entreolharam surpresos, trocando sorrisos nervosos enquanto o passado voltava à mente de ambos. Ana o convidou para entrar e, ao fazê-lo, seus olhos não puderam deixar de se olhar com curiosidade.
Enquanto Javier se concentrava em consertar os canos, sentiu como a presença de Ana o desfocava. Seus movimentos eram cada vez mais lentos e a conversa que fluía entre eles parecia carregada de uma tensão que não sentiam quando eram mais jovens.
Ela, por sua vez, o observava da porta da cozinha, cruzando os braços enquanto sorria sutilmente, como se entendesse perfeitamente o que estava acontecendo entre os dois. Cada palavra trocada aumentava aquela tensão, aquele desejo tácito que ambos começavam a sentir.
Terminada a reparação, Javier levantou-se e encontrou Ana a alguns centímetros de distância. A proximidade era inevitável e nenhum dos dois se afastou. Seus olhares tornaram-se mais intensos, suas respirações mais profundas. Foi Ana quem deu o primeiro passo, aproximando-se um pouco mais até que seus lábios tocaram os dele.
Sem hesitar, Javier respondeu ao beijo, selando naquele momento o que estava pendente entre eles há muito tempo. Levando-o para seu quarto, onde continuariam liberando seu desejo reprimido até acabarem trepando.










































































































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